Arielle Reis - CRP 03/26802

Você no centro
do seu próprio universo
sendo o seu próprio Sol

Quem sou eu

Sou psicóloga formada pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP) em 2022, com especialização em Psicologia Infantil e Terapia ABA. Atualmente, aprofundo meus estudos na Pós-graduação em Neuropsicologia, com foco nos transtornos do desenvolvimento, estratégias de enfrentamento e processos de reabilitação.

Minha atuação clínica é baseada na Psicologia Analítica (Junguiana) — uma abordagem que busca compreender o inconsciente através de símbolos, sonhos, filmes, livros e contos. Esse processo permite uma escuta sensível e profunda, promovendo autoconhecimento e transformação.

Também trago um olhar atento às questões raciais, reconhecendo os efeitos do racismo e das microagressões no bem-estar emocional. Acolher essas vivências é parte essencial do meu compromisso com uma escuta ética, respeitosa e transformadora.

Formação

Cursos

Especialização

Avaliação Neuropsicologica

Sou psicóloga com foco em saúde mental, qualidade de vida e, sobretudo, no autoamor, atendendo crianças, adolescentes e adultos. Minha prática se baseia em três pilares fundamentais: o cuidado emocional, a escuta das singularidades e o olhar atento para as questões de raça e gênero.

Trabalho com fundamentação na Psicologia Analítica (Junguiana), o que me permite adaptar os atendimentos às necessidades específicas de cada pessoa. Tenho um olhar clínico voltado para os impactos da vivência racial e para a importância do afeto na construção da identidade, especialmente entre mulheres negras.

No atendimento infantil, atuo tanto com crianças neurodivergentes quanto neurotípicas, sempre focando em promover desenvolvimento, autonomia e bem-estar — respeitando o tempo, a história e o contexto singular de cada criança.

Acredito em uma psicologia acolhedora e fortalecedora, pautada na escuta, no respeito e no compromisso com a inclusão.

A psicoterapia pode te ajudar

Relações afetivas

As relações afetivas fazem parte da nossa formação emocional e têm impacto direto na forma como nos percebemos e nos vinculamos. Na clínica, elas são compreendidas como espaços de troca, espelhamento e, muitas vezes, de repetição de histórias não elaboradas.

A partir da Psicologia Analítica, os vínculos são vistos como caminhos de autoconhecimento. Já com base nas reflexões de bell hooks, o amor é entendido como uma prática ética, política e transformadora — que envolve cuidado, escolha e responsabilidade.

Essa escuta clínica acolhe todas as formas de relação: familiares, românticas, de amizade ou consigo mesma. O objetivo é compreender o que se repete, o que adoece e o que pode ser reconstruído com mais presença, afeto e consciência.

Ambiente de trabalho

O ambiente de trabalho é um espaço onde se manifestam emoções, tensões e padrões inconscientes que impactam diretamente a saúde mental. As relações com colegas, lideranças e as dinâmicas de poder podem reforçar inseguranças, afetar o bem-estar e ativar vivências de exclusão — especialmente quando atravessadas por questões de raça, gênero e classe.

Na clínica, essas experiências são acolhidas como parte da construção subjetiva. A partir da Psicologia Analítica, é possível compreender o que esses conflitos revelam sobre a relação consigo mesma e com o mundo, oferecendo suporte para lidar com sobrecargas emocionais, cobranças, silenciamentos e adoecimentos relacionados ao trabalho.

O objetivo é fortalecer o sentido de autonomia, pertencimento e cuidado de si, mesmo diante de contextos desafiadores.

Autoamor

O autoamor é um compromisso com a própria existência. Vai além do autocuidado pontual: é sobre se reconhecer, se acolher e se respeitar em profundidade, mesmo nas partes mais difíceis de si.

Na Psicologia Analítica, esse processo envolve integrar aspectos rejeitados da personalidade e construir uma relação mais inteira consigo mesma. Inspirada por bell hooks, compreendo o amor-próprio como um ato político e de resistência, especialmente para quem cresceu sem ser legitimado em sua identidade.

Na clínica, o autoamor é cultivado com escuta, afeto e reconstrução de vínculos internos — para que o cuidado com o outro não anule o cuidado consigo, e para que o afeto deixe de ser uma espera e passe a ser uma prática.

Clínica infantil, quando procurar?

Atraso no neurodesenvolvimento

O atraso no neurodesenvolvimento se manifesta quando a criança não atinge, dentro do tempo esperado, marcos importantes do desenvolvimento — como a fala, a coordenação motora, a atenção, o comportamento e a aprendizagem.

Sinais como dificuldades para falar, andar, manter o foco, interagir com outras crianças ou se organizar nas tarefas podem indicar que o desenvolvimento está acontecendo em um ritmo diferente e precisa de acompanhamento especializado.

Com base na Psicologia Infantil e na Neuropsicologia, o objetivo do atendimento é compreender cada criança em sua singularidade, respeitando seu tempo, sua história e seu contexto. O cuidado é voltado para promover autonomia, bem-estar e suporte às famílias, com escuta sensível e orientações claras sobre os caminhos possíveis.

Mudanças de comportamento

Mudanças no comportamento da criança — como agressividade, irritação, isolamento, agitação, choros frequentes ou recusa escolar — são formas de expressão emocional. Muitas vezes, são sinais de que algo está difícil de ser compreendido ou elaborado internamente.

Na infância, o comportamento é também linguagem. Por isso, essas alterações merecem atenção e escuta, sem julgamento. Elas podem estar ligadas a questões emocionais, fases do desenvolvimento, vivências escolares, familiares ou até neurológicas.

O acompanhamento psicológico ajuda a compreender essas mudanças com profundidade, oferecendo um espaço seguro para a criança se expressar e para a família encontrar caminhos mais conscientes de cuidado e acolhimento.

Dificuldades socioemocionais

Crianças também sentem medo, raiva, tristeza, insegurança e frustração — mas nem sempre conseguem expressar isso com palavras. Quando essas emoções se acumulam sem acolhimento, podem surgir dificuldades como timidez excessiva, baixa autoestima, irritabilidade, medo constante ou dificuldade de se relacionar.

Essas manifestações não são “birras” ou “frescuras”, mas pedidos de ajuda. A escuta clínica busca compreender o que está por trás desses comportamentos, respeitando a história, o tempo e o contexto de cada criança.

Com base na Psicologia Analítica e na Neuropsicologia, o acompanhamento promove espaço de acolhimento emocional, fortalecimento dos vínculos e desenvolvimento de recursos internos para lidar com os sentimentos de forma mais saudável.

O que é a Avaliação Neuropsicológica?

A avaliação neuropsicológica é um processo clínico que investiga como o cérebro está funcionando em áreas como atenção, memória, linguagem, comportamento, aprendizagem e emoções.

É indicada quando há dificuldades no desenvolvimento, na escola, na comunicação, no comportamento ou suspeitas de condições como TDAH, TEA, dislexia, entre outras.

A avaliação envolve entrevistas com a família, sessões com a criança (ou adolescente/adulto), uso de testes e observações clínicas. Ao final, é feita uma devolutiva com orientações claras e humanizadas sobre os próximos passos.

Mais do que dar um diagnóstico, o objetivo é compreender a pessoa de forma integral e oferecer caminhos de cuidado, apoio e desenvolvimento.

A psicoterapia é sobre você e para você.

Não é necessário comparar sua jornada com a de outras pessoas. Cada caminho é único, e o mais importante é respeitar seu próprio tempo e conforme suas necessidades.

Lembre-se: nunca é cedo ou tarde demais para começar a cuidar da sua saúde mental. Esse cuidado é um ato de amor e respeito por si mesma!

Você merece um espaço de acolhimento e escuta verdadeira.

Atendimento psicológico clínico ou infantil, online ou presencial.

Rolar para cima